Arquivo para ‘♥ A GRANA DO CASAL’

28/06/2012

Cartórios de Registro Civil na cidade de São Paulo

Incrementando o post sobre “O que você vai precisar para financiar um imóvel pela CEF”, aí vai a relação de cartórios de registro civil na cidade de São Pauloe na Grande São Paulo:

Meus bens, aproveitem e já providenciem a Certidão de Nascimento Atualizada de vocês.

Ela é válida por 12 meses a partir da emissão e será exigida em qualquer banco onde vocês forem fazer o financiamento.

#ficaadica!

28/06/2012

O que você vai precisar para financiar um imóvel pela CEF

Eu e o noivo estamos esperando a convocação da CEF para a entrevista para conseguirmos o financiamento da nossa casa.

Como esse é o nosso primeiro imóvel e tudo está sendo super novidade, vou aproveitar para registrar aqui a nossa aventura. Assim, os casais que nos acompanham e ainda não pegaram o financiamento da casa, vão poder já ir munidos de informações para facilitar a vida de vocês.

PRIMEIRO DE TUDO: Os documentos que vocês vão precisar apresentar ao banco.

Como nosso financiamento será pela Caixa Econômica Federal, as dicas apresentadas aqui foram baseadas na exigência desse banco. Se vocês forem usar outro banco, é bom se informarem se será necessário incrementar com algum outro documento.

COMPRADOR (casal, se for o caso) cópia e original

  • RG, CPF e Certidão de Nascimento Atualizada (1 ano)

Obs01 – Se você não tiver o cartão do CPF, vale o RG com o número do seu CPF registrado.

Obs02 – Certidão de Nascimento Atualizada foi novidade para nós!!! Nunca pensei que eu teria que ir até o cartório onde meu pai me registrou e pedir uma nova certidão de nascimento. A taxa para isso é R$22,05 (em maio/12). Muitos cartórios mudam de endereço, como aconteceu com o cartório onde meu noivo foi registrado. Por isso, descolei uma listinha com os cartórios da cidade de São Paulo, com endereço e telefone. Ela estará num próximo post. Assim, vocês vão poder localizar o endereço do cartório de vocês.

  • Comprovante de Residência (60 dias)
  • 6 (seis) últimos holerites/Extratos Bancários
  • Ficha Cadastro PF (formulário CAIXA)
  • Declaração de Assalariado (modelo CAIXA)
  • Declaração completa de Imposto de Renda – Declaração de autenticidade (formulário CAIXA)
  • Declaração de Isenção de Imposto de Renda (formulário CAIXA)
  • Carteira de trabalho e Cartão do Cidadão/PIS
  • Declaração Negativa de Propriedade e destinação do imóvel (formulário CAIXA)
  • CND – Certidão de Dívida Ativa (www.receita.fazenda.gov.br)
  • Autorização para movimentação de conta vinculada do FGTS (formulário CAIXA)
  • DPS – Declaração Pessoal de Saúde
  • Declaração de Recebimento – “O que saber antes de Comprar seu imóvel”

 

VENDEDOR (casal, se for o caso) xerox e original

Pessoa Física

  • RG, CPF, Certidão de Nascimento/Casamento – atualizada
  • Comprovante de Residência atual
  • Guia de Pesquisa Cadastral (formulário CAIXA)
  • CND – Certidão de Dívida Ativa (www.receita.fazenda.gov.br)

Pessoa Jurídica

  • Documento de Constituição devidamente registrado.
  • Certidão Simplificada da Junta Comercial
  • CND – Certidão de Dívida Ativa (www.receita.fazenda.gov.br)
  • CNPJ
  • CRF
  • Documentos Pessoais dos sócios e cônjuges.

IMÓVEL

  • Certidão de Inteiro Teor de Matrícula atualizada
  • IPTU
  • Autorização para avaliação (formulário CAIXA)
  • Opção de Venda e Compra (formulário CAIXA)

Obs.: No caso de utilização dos recursos da conta vinculada do FGTS o valor somado ao valor do financiamento, estará limitado ao menor dos valores, entre compra/venda e avaliação CAIXA.

* A CAIXA se reserva o direito de solicitar quaisquer outros documentos que forem necessários.

 

SEGUNDO: Tenham uma grana reservada para pagar a taxa referente às despesas do processo

 

Aí está um item que eu, definitivamente, não imaginava. A CEF, assim como os outros bancos, cobra uma taxa de 5% do valor de venda do seu imóvel para cobrir despesas do processo.

A conta é a seguinte: Se seu imóvel possui um preço de venda de R$160.000, você vai precisar de mais R$9.000 para essas tais taxas.

Se é justo? Eu acho que não. Enfim, hoje é assim… Essa grana, vocês deverão ter ali, em cash, para depositar na conta que será aberta em nome de vocês, na CEF. Quando fiquei sabendo, quase caí para trás. Poxa… é grana a dar com pau. Graças a Deus, fiquei sabendo com tempo suficiente para poder juntar a grana da taxa da minha casa.

Se você ainda não tem uma grana guardada para isso, pode começar a guardar!

Pelo que entendi, além da taxa, será cobrada AVALIAÇÃO DE ENGENHARIA, PESQUISA CADASTRAL, PRIMEIRA PARCELA DO SEGURO, ITBI e CUSTO DE CARTÓRIO.

É pouco ou quer mais? Não sei quanto mais essas outras coisas vão custar. Mas acho que depois dos 5% sobre o valor do imóvel, nada mais me surpreende!!!

14/06/2012

Caixa amplia prazo para financiamento para 35 anos!

A matéria é do G1

Começa a valer ampliação de prazo de financiamento de imóveis na Caixa

Prazo passa de 30 para 35 anos em operações com recursos de poupança. Também entra em vigor nova redução das taxas de juros no banco.

Começou a valer nesta segunda-feira (11) a nova redução das taxas de juros para financiamento de imóveis e a ampliação, de 30 para 35 anos, no prazo máximo para esse tipo de operação, feito com recursos da poupança. As novas regras haviam sido anunciadas pela Caixa Econômica Federal no último dia 5. As mudanças só valem para novos financiamentos.

Para imóveis financiados pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH), a taxa cai de 9% para 8,85% para todos os clientes. Dependendo do grau de relacionamento com a Caixa, a taxa pode chegar a 7,8%.

Fora do SFH, a taxa de juros, que é de 10% ao ano, caiu para 9,9% a partir de segunda-feira, para todos os clientes. Dependendo do relacionamento que a pessoa tenha com o banco, ela pode chegar a 8,9% ao ano.
Em todos os casos citados, não está incluída a Taxa Referencial (TR).

FGTS

Quando as novas regras foram anunciadas, o vice-presidente de Governo e Habitação da Caixa, José Urbano Duarte,Duarte, disse que a Caixa estudava estender as mudanças também para financiamentos de imóveis construídos com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Isso, porém, depende de autorização do Conselho Curador do fundo.

O prazo de até 35 anos e as novas taxas de juros valem, portanto, apenas para clientes com renda familiar superior a R$ 5,4 mil mensais e que financiem imóveis construídos com recursos da poupança, de qualquer valor.

Clientes com renda de até R$ 5,4 mil e que financiem imóveis de até R$ 170 mil podem optar pela operação dentro das regras do FGTS, que possui taxas de juros mais atrativas – hoje elas são de, em média, 5,3% ao ano.
Simulação A Caixa fez uma simulação das vantagens com as medidas anunciadas. Para uma pessoa com renda familiar de R$ 10 mil, o limite de financiamento sobe de R$ 267 mil para R$ 280 mil. Se for cliente do banco, esse valor chega a R$ 303 mil.
O cliente ainda pode optar por reduzir o valor da prestação do financiamento. Para uma operação de R$ 267 mil, a prestação cai de R$ 3 mil para até R$ 2.604 mil.

O banco informou que, nos primeiros cinco meses do ano, a Caixa financiou R$ 36,66 bilhões dentro de sua carteira de imóveis, valor 46% maior que o registrado em igual período do ano passado (R$ 25,06). Para 2012, a estimativa do banco é que o valor financiado chegue a até R$ 100 bilhões, contra R$ 80 bilhões de 2011.

 

04/06/2012

Saiba como usar crédito para financiar um imóvel

Matéria reproduzida do site G1

As taxas de financiamento de imóveis são, em geral, as mais baratas do mercado em relação a outras modalidades de crédito. Isso porque, caso o comprador não pague a dívida, o banco pode tomar o bem de volta para evitar a perda financeira. Quanto menor o valor financiado, menor o risco para o banco e menor a taxa.

DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA FINANCIAR UM IMÓVEL

Quem pretende financiar um imóvel pode providenciar a documentação básica antes mesmo de ir ao banco.

Embora outros papéis possam ser requeridos de acordo com cada caso e instituição financeira, há exigências comuns para todas as instituições.

- Carteira de Identidade ou outro documento oficial de identificação que informe o nome dos pais. Além do original, uma cópia;

- CPF, original e cópia, ou documento oficial original que tenha o número do CPF;

- Comprovante de estado civil, cópia e original;

- Comprovante de rendimentos, original e cópia;

- Certidão Conjunta Negativa de Débitos relativos a Tributos Federais e Dívida Ativa da União ou Certidão Conjunta Positiva com Efeito de Negativa de Débitos relativos a Tributos Federais e Dívida Ativa da União, disponíveis no site da Receita Federal;

- Quem deseja usar o dinheiro do próprio FGTS para dar de entrada no imóvel vai precisar de mais documentos, como carteira de trabalho e extrato do FGTS.

ETAPAS DE UM FINANCIAMENTO

De acordo com a Caixa Econômica Federal, o caminho básico até o financiamento de um imóvel envolve os seguintes passos do candidato ao crédito:
- simular as taxas para cada tipo de financiamento no site das instituições financeiras. Os bancos de varejo, públicos e privados, têm simuladores que podem ajudar o comprador antes mesmo que ele vá à agência bancária;

- preencher os cadastros e fichas, com informações pessoais e de renda, exigidos pela instituição financeira escolhida;

- se o cadastro for aprovado pelo banco, o cliente recebe a carta de crédito solicitada;

- junto com a carta de crédito, o cliente recebe do banco uma relação de outros documentos e formulários que ele precisará entregar à instituição.

PESQUISE A MELHOR TAXA

A melhor saída para quem pretende financiar um imóvel é consultar todas as opções possíveis e saber qual o menor preço do mercado, que servirá de base para negociações.
Há linhas de crédito específicas para a casa própria disponíveis em praticamente todos os bancos de varejo do país. As opções variam de acordo com o perfil de cada comprador: renda, percentual a ser financiado e valor do imóvel.

Na Caixa Econômica Federal, banco público líder em crédito imobiliário no país, as taxas variam entre 5% ao ano + Taxa Referencial (TR) e 13,5% ao ano + TR.
O dinheiro que a Caixa empresta para os financiamentos de imóveis vem, basicamente, de uma das três seguintes fontes: o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS); os recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE); ou o Programa Especial de Crédito Habitacional ao Cotista do FGTS.

PRESTE ATENÇÃO NOS ÍNDICES DE CORREÇÃO

Antes de assinar um contrato de financiamento de imóvel, preste muita atenção aos índices de correção: são eles que determinarão o quanto o preço do seu empréstimo subirá ao longo dos anos.
Usualmente, os mais usados são as variações acumuladas em 12 meses do Índice Nacional do Custo da Construção (INCC) ou o Índice Geral de Preço do Mercado (IGP-M). “Os índices são necessários para calcular o quanto a parcela valerá ao longo dos anos, com a inflação”, diz o consultor Alexandre Lignos.
O melhor, recomenda, é pesquisar qual desses índices subiu menos antes de ir ao banco; em caso de dúvidas, não assine e peça a consultoria de um advogado, até entender cada detalhe.
“O contrato não pode adotar mais de um índice no contrato, como ‘o índice que variar mais no período’, ou índices compostos, como IGP-M + TR. Só pode um único índice”, avaliou.

SE VOCÊ TEM DINHEIRO PARA  A ENTRADA

Juntar uma boa reserva inicial é a melhor maneira de garantir taxas de juros e prazos menores em um financiamento imobiliário.
Quem se encaixa nesse perfil tem liberdade para encontrar bons negócios em imóveis usados, novos ou na planta.
No caso dos usados, o financiamento vale a pena se o preço for muito atraente: isso porque as taxas de financiamento dos usados são mais caras que a dos imóveis novos . “No momento em que o cliente deixar de pagar o imóvel, o novo ainda continuará novo ou seminovo. Já o usado financiado, quando o banco precisar tomar, em caso de inadimplência, já não vale nada”, avalia Miguel José Ribeiro de Oliveira, vice-presidente de estudos econômicos e responsável pela pesquisa mensal de juros da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).
Para Oliveira, quem procura parcelas pequenas e prazo longo deve fugir dos usados. “O banco não financia 100% no imóvel usado. Para quem vai pagar parcelas com aperto, é mais complicado”, diz.
O consultor financeiro Alexandre Lignos, da IGF, diz que, a não ser que a diferença de preço entre o novo e o usado seja muito grande ou o imóvel seja o “sonho” do comprador, é melhor financiar um novo.
“Se a pessoa tem R$ 80 mil, é melhor comprar um usado de R$ 100 mil ou um novo de R$ 120 mil? Tem que se avaliar infraestrutura do condomínio, o quanto cada um vai depreciar, sem falar nos gastos com manutenção. Você nunca sabe ao certo quanto vai gastar em obras num imóvel usado”, diz Lignos.

NOVO OU NA PLANTA?

Na avaliação do consultor financeiro Alexandre Lignos, da IGF, quem tem dinheiro para dar de entrada pode se beneficiar da compra de imóveis na planta que, calcula, são em média 20% mais baratos do que os novos.
“No contrato, você está comprando um pedaço do terreno, uma coisa que ainda não existe”, diz. Apesar do risco – e principalmente quando há alguma reserva disponível – há mais espaço para negociar as condições de pagamento e de preferências do futuro proprietário. Além disso, como parte do valor do imóvel é paga à própria construtora, o montante a ser financiado com os bancos será menor.
“Se você compra na planta um imóvel de R$ 260 mil, e paga R$ 130 mil para a construtora até sair o Habite-se (certidão de que o imóvel está de acordo com a legislação), vai ter que financiar no banco R$ 130 mil, bem menos do que se você buscasse o financiamento do mesmo imóvel já pronto”, diz Lignos.

QUEM NÃO TEM DINHEIRO PARA DAR DE ENTRADA, MAS TEM PRESSA

Nesse caso, a solução é entrar em um financiamento de 100% do imóvel, com prazo longo. “Tem situações em que a pessoa tem uma renda baixa e ainda paga o aluguel. Nesse caso é muito difícil ela conseguir fazer uma reserva de R$ 20 mil, R$ 30 mil para dar de entrada”, diz Oliveira, da Anefac. Sempre que possível, no entanto, é melhor evitar essa opção. “Não vale a pena porque daí um imóvel que valia R$ 100 mil você vai acabar pagando R$ 300 mil em 30 anos”, avalia.

QUEM NÃO TEM DINHEIRO PARA DAR DE ENTRADA, NEM TEM PRESSA

Se o objetivo é ir juntando dinheiro para, um dia, realizar o sonho da casa própria, o consórcio pode ser uma boa opção. A vantagem, diz o economista da Anefac, é que um imóvel em consórcio pode sair de 25% a 30% mais barato do que em um financiamento tradicional.
A principal desvantagem, além dos prazos de pagamento mais curtos do que no financiamento imobiliário, é que não dá para ter ideia de quando o imóvel estará finalmente disponível para o proprietário.
“Para quem quer sair do aluguel agora, não serve. A não ser que você seja muito sortudo ou tenha uma boa reserva para dar um lance. É bom para um jovem que não esteja com pressa de sair da casa dos pais, ou um segundo imóvel, uma casa de campo”, exemplifica o economista.
Samy Dana, da FGV, e Alexandre Lignos, da IGF, discordam. Para eles, é bem melhor juntar o dinheiro em uma aplicação mês a mês, sem interferência de um consórcio, que cobra taxas pela administração dos recursos.

CUIDADO ANTES DE FINANCIAR UM IMÓVEL USADO

O professor de economia da Fundação Getúlio Vargas, Samy Dana, diz que o financiamento de parte do imóvel usado é recomendável mesmo para quem já tem o dinheiro para pagar à vista, como alternativa para fugir dos riscos de eventuais pendências relacionadas ao bem.
“Financie pelo menos um pouquinho do imóvel. Antes de aprovar o financiamento, os bancos fazem uma busca para ver se ele está em condições adequadas, se não tem pendência judicial ou está devendo imposto. Você paga por isso, mas fica mais barato do que fazer por conta própria”, afirma Dana.
Buscar um cartório de registro de imóveis e exigir o máximo de informações do proprietário também são passos para quem quer evitar surpresas desagradáveis na compra. Fique atento a itens como:

- se o proprietário do imóvel é o único dono ou se há outros proprietários;

- se o proprietário(a) é casado(a), é necessária a assinatura do cônjuge para fechar o negócio;

- se há certidão negativa da prefeitura de ônus com o IPTU do imóvel;

- exigir últimos comprovantes de pagamento de água, de luz e de outros encargos incidentes sobre o imóvel;

- no caso de apartamentos, peça ao síndico uma declaração negativa de débitos do imóvel no condomínio.

COMO USAR O FGTS

Na hora de planejar o financiamento, lembre-se do FGTS: ele pode ser o maior aliado de quem quer reduzir o prazo e as taxas de juros no crédito imobiliário.
“É uma possibilidade interessante uma vez que esse dinheiro fica um pouco congelado na sua vida, não rende muito”, diz Samy Dana, da FGV.
A maneira mais tradicional e conhecida de usá-lo é como entrada do imóvel. Pode, no entanto, também ser usado para quitar parcelas (atrasadas, inclusive) ou reduzir o saldo devedor do financiamento do mesmo imóvel mais de uma vez, desde que haja saldo disponível – mesmo que o FGTS já tenha sido usado na entrada.
“É importante usar para dar de entrada e, depois disso, é permitido a cada dois anos você pegar o FGTS e amortiza taxa do saldo devedor”, afirma Miguel José Ribeiro de Oliveira, da Anefac.

TAXAS QUE VOCÊ  PAGA SEM SABER

O advogado Marcelo Tapai, especialista em ações judiciais do setor imobiliário, diz que é preciso ficar atento para não levar um susto na hora de pagar o financiamento do seu imóvel. Confira as taxas que, muitas vezes, são cobradas no financiamento imobiliário sem aviso prévio:
- Taxas de consultoria/assessoria imobiliária

As mais comuns são a Sati (Serviço de assessoria técnica imobiliária) e a taxas de corretagem, cobradas geralmente nos estandes de venda que as construtoras montam no próprio terreno do empreendimento.
“Quando alguém compra o imóvel, tem que pagar apenas o valor do imóvel. Todo o resto é opcional e deve estar discriminado antes do pagamento”, orienta. De acordo com o advogado, é importante pedir essa discriminação por escrito antes de fechar negócio. “Senão cobram o preço do imóvel R$ 100 mil, você vai lá R$ 10 mil de entrada e quando vê o contrato percebe que custava R$ 95 mil”, exemplifica.
- Financiamento ‘recomendado’

É importante, segundo Tapai, pesquisar as melhores condições antes de aceitar a linha de financiamento “recomendada” pela construtora. Muitas vezes, isso acontece porque a construtora financiou a obra com a mesma instituição, e cobra taxas para repassar a documentação do cliente ao banco de preferência dele.
“O consumidor tem o livre direito de usar a linha de financiamento que for mais conveniente. A construtora não pode cobrar essa taxa do cliente”.

Bom, anotei tudo!

Para ver a matéria completa, cliquem AQUI

03/05/2012

Grana do Casal – Novos juros da CEF para financiamento imobiliário entram em vigor

Mais uma quentinha sobre os juros da caixa: eles entram em vigor próxima sexta-feira (amanhã), dia 04/05/2012.

Para ver o post anterior sobre este assunto, clique AQUI

Será que vou conseguir pegar meu financiamento já com a nova taxa de juros?

A reportagem é do G1

Caixa estreia juro novo com feirões em 11 capitais a partir de sexta

Feirão começa no dia 4 em cinco capitais e chega a outras seis até junho. Juro mais baixo para financiamento imobiliário começa a valer nesta sexta.

A Caixa Econômica Federal (CEF) estreia nesta sexta-feira (4), no 8º Feirão da Casa Própria, as novas taxas reduzidas de juros para o financiamento imobiliário anunciadas na semana passada.

Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Belo Horizonte, Fortaleza e Brasília serão as primeiras capitais a receber o feirão, de sexta-feira (4) a domingo (6). Até 10 de junho, outras cinco capitais, além das cidades de Campinas (SP) e Uberlândia (MG) também terão edições da feira (veja calendário abaixo)

Segundo a CEF, serão oferecidos mais de 430 mil imóveis, entre novos, usados e na planta.No Rio de Janeiro, serão mais de 46 mil imóveis, sendo 29.087 na planta e 4.172 novos prontos, além de quase 13 mil usados.

Juros reduzidos

Junto com o feirão, entram em vigor no dia 4 as novas taxas reduzidas de financiamento imobiliário anunciadas pelo banco na semana passada. De acordo com a Caixa, para os imóveis de até R$ 500 mil, os juros passam de 10% ao ano para 9% ao ano. Se o interessado se tornar cliente do banco, com conta salário, a taxa cai para 7,9% ao ano. O financiamento, neste caso, é de no máximo R$ 450 mil e dentro das condições de SFH.

Para imóveis com valor superior a 500 mil, ou seja, fora do SFH, a taxa de juros vai cair de 11% ao ano para 10% ao ano, informa a Caixa. Se tiver conta salário no banco, a taxa cai ainda mais, para 9% ao ano.

Já para um cliente que tenha relacionamento com o banco e financie um imóvel de R$ 170 mil, nas regras do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), a taxa de juros cai dos atuais 8,4% ao ano para 7,9% ao ano. Se a pessoa também for cotista do FGTS, os juros caem para 7,4% ao ano, inclusive para financiamentos dentro do programa Minha Casa, Minha Vida, na faixa de renda acima de R$ 3.100.

Na modalidade carta de crédito FGTS, voltada para a baixa renda, que não teve sua taxa alterada, os juros podem chegar a 4,6%.

Como fazer

 A CEF informa que quem quiser sair do feirão já com o imóvel próprio precisa levar documento de identidade, CPF e comprovante de renda. Além dos feirões, é possível obter informações nas agências da Caixa ou pelo Serviço de Atendimento ao Cliente do banco, pelo telefone 0800-726-0101.

26/04/2012

Grana do Casal – Caixa reduz taxa de juros para financiamento habitacional

Galera do mal… olhem a reportagem que foi manchete na última quarta-feira (25/04):

Caixa reduz em até 21% taxa de juros para financiamento habitacional

Novas taxas serão praticadas a partir do Feirão da Casa Própria deste ano

A Caixa Econômica Federal reduziu as taxas de juros do financiamento imobiliário para todos os clientes, dentro do Programa CAIXA Melhor Crédito. A redução pode chegar a até 21%, sobre a taxa de juro efetiva, nas condições do Sistema Financeiro de Habitação (SFH). As novas taxas valerão para os novos financiamentos, contratados a partir do início do 8º Feirão.
As taxas caem para todos os clientes, independentemente do relacionamento, e caem ainda mais para aqueles que optarem por ser clientes da CAIXA.

Para imóveis de até R$ 500 mil, dentro do SFH, os juros passam de 10% a. a. para 9% a. a. para todos os clientes. Com relacionamento e conta salário a taxa cai ainda mais, para 7,9% a.a.

Todo cliente, independentemente de relacionamento com o banco, em um financiamento de R$ 200 mil reais, por exemplo, economizará cerca de R$ 1800 na prestação no primeiro ano, e um total de mais de R$ 18 mil em um contrato de 20 anos, por exemplo.

Se o cliente for financiar o imóvel de até R$ 170 mil, nas regras do FGTS, e possuir relacionamento e conta salário na CAIXA, a taxa máxima cai dos atuais 8,4% a.a. para 7,9% a.a. E cairá para 7,4% a.a. se o cliente for também cotista do FGTS, inclusive para os financiamentos enquadrados no Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV), na faixa de renda acima de R$ 3.100.

A economia para um financiamento de R$ 100 mil, por exemplo, dentro das regras do FGTS, será de R$ 450 no primeiro ano e de cerca de R$ 7 mil, em 30 anos.

Para imóveis fora do SFH (valor superior a R$ 500 mil), as taxas também caem, de 11% a.a. para 10% a.a. para todos os clientes. Com relacionamento e conta salário, o juro cai ainda mais, para 9% a.a.

Em um financiamento de R$ 600 mil, feito fora do SFH, o cliente economizará em 20 anos, mais de R$ 5.600 no primeiro ano e mais de R$ 54 mil no total.

Para o vice-presidente de Governo e Habitação da CAIXA, José Urbano Duarte, “o lançamento do Programa Caixa Melhor Crédito e a considerável redução da taxa de juros nos produtos comerciais, geraram forte expectativa do mercado sobre novas taxas também no crédito imobiliário, que não poderia ficar à margem. A redução veio e permitirá que as famílias comprem imóveis ainda melhores e em condições mais vantajosas”, analisou.

As novas condições para financiamento habitacional vigorarão em todas as agências também para os contratos celebrados a partir do dia 4 de maio de 2012, data de abertura do 8º Feirão da CAIXA.

Fonte: Caixa Econômica Federal

10/04/2012

Grana do Casal – Tira-dúvidas sobre o Imposto de Renda

Galera, não vamos nos esquecer do prazo para entregar a declaração do IRPF, por favor!!!!

Ficar irregular com o Leão pode trazer complicações desnecessárias e tudo o que não precisamos agora é de mais preocupações, certo?

A reportagem abaixo eu extraí do G1. Você pode ler na íntegra AQUI

O consultor Antônio Teixeira Bacalhau, da IOB-Folhamatic, responderá diariamente, até o dia 30 de abril, cinco perguntas enviadas por internautas do G1 sobre a declaração do Imposto de Renda 2012.

01) Meu marido recebeu a correção da aposentadoria do INSS, por via judicial, e teve imposto retido na fonte. Ele tem mais de 65 anos. Este imposto era realmente devido? Há como obter restituição? (Maria Martins) Resposta:Informe na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”, linha 06, a parcela isenta de aposentadoria até R$ 20.163,55 e o excedente e o respectivo imposto retido na fonte na ficha de “Rendimentos Tributáveis Recebidos de PJ”.

02) Descobrimos no ano passado que minha mãe estava com câncer. A partir daí ela passou a morar comigo. Ela recebe mensalmente R$ 640. Posso declará-la como minha dependente sem declarar a sua renda? Além de pagar as despesas com remédios, dou a ela todo mês R$ 500. Posso usar esse dinheiro como abatimento? (Ângela Jbarreto) Resposta: Os pais podem ser dependentes se receberem rendimentos, tributáveis ou não, até R$ 18.799,32. Nesse caso, ela pode ser sua dependente. Informe na ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de PJ pelos Dependentes” os rendimentos recebidos pela sua mãe. As despesas com remédios não são deduzidas do imposto de renda.

03) Possuo uma casa em outra cidade, a 800 quilômetros de onde moro, sendo que o imóvel está alugado via imobiliária, que informa o rendimento à Receita e me envia os comprovantes anuais. Na cidade em que moro, alugo um apartamento. Ao fazer a declaração, a receita do aluguel da casa é somada ao rendimento, e a despesa do aluguel do apartamento não é abatido. Posso só informar a diferença de valores? Ou existe alguma maneira de se fazer que seja mais justo? (Deumar Kruger) Resposta: Não. As despesas pagas com alugueis não podem ser deduzidas do imposto de renda por falta de previsão legal.

04) Cursei uma faculdade particular, em que metade das prestações era custeada pelo Fies (Financiamento Estudantil). Em 2011, após encerrar o curso, comecei a pagar o financiamento à CEF. Como devo declarar tal gasto? Pode ser declarado como gasto para instrução? (Katherine Oliveira) Resposta: Não. Os pagamentos do empréstimo não podem ser deduzidos como despesa com instrução por falta de previsão legal. Informe o saldo do financiamento na ficha “Dividas e Ônus Reais” se esse for superior a R$ 5.000,00.

05) Sou universitário e, em 2011, recebi dinheiro dos meus pais, que moram no exterior, para despesas de moradia e mensalidade da faculdade. Eu preciso declarar estes valores recebidos? (Pedro Reis) Resposta: Informe os valores recebidos como unidade familiar na ficha “Rendimentos Isentos e Não-Tributáveis”, linha 10.

04/04/2012

Grana do casal – Como economizar na Páscoa


A Páscoa está aí… você já comprou seus ovos de Páscoa?
Participei de um “amigo chocolate” no último domingo com minhas amigas e deixei para comprar o ovo de Páscoa numa loja de fábrica famosa perto de casa. Gente!!!! Quase caí para trás. Havíamos combinado que gastaríamos em torno de R$35,00 com o presente. Afinal, nos encontramos em um restaurante e ainda gastaríamos com o consumo.
Eu não consegui encontrar nada nesse valor na loja. E olha que os ovos estavam todos em promoção, hahahaha. Comprei um ovo de maior valor, que era uma delícia! Mas eu sofro com a ideia de pagar caro em alguns gramas de chocolate, só porque muda o formato do que consumimos convencionalmente.
Enfim, presente é presente e minha amiga mais que mereceu!
Mas vamos fazer umas continhas: uma barra de chocolate de 200g custa, em média, uns R$4,00. Um ovo de chocolate de marca conhecida, de 300 e poucos gramas, custa uns R$30,00.
Vamos arredondar o peso do chocolate do ovo para 400g, para facilitar a conta. Se fôssemos comprar os mesmos R$30,00 em barras de chocolate de 200g, teríamos 7,5 barras, ou seja 1.500g. Cara, é um quilo e meio de chocolate, pelos mesmos R$30,00.
Mas por que um ovo de chocolate custa tanto?
Uma pesquisa feita pelo G1 mostra que o chocolate não chega a representar 30% do valor do ovo de Páscoa. Ele sai muito mais caro que uma barra convencional por conta dos cuidados especiais que exige, como ser embrulhado manualmente, transporte especial, menos ovos transportados em um veículo onde caberiam muitas barras de chocolate, os brinquedos e surpresas que contém dentro. Leia a reportagem completa AQUI,
Agora vamos ao que interessa: você quer o que com um ovo de chocolate? Comer, certo? Para quê pagar mais caro então, se você pode gastar 27% do valor de um ovo de 340g em 2 barras de chocolate de 200g?
Mas você também tem a opção de comprar sim ovos de Páscoa e economizar… mas isso, só depois da Páscoa. Na próxima segunda-feira, por exemplo, os preços dos ovos de Páscoa estarão beeeeeeeeemmm menores… sabe aquele sobrinho que você só vai ver no final de semana após a Páscoa? Pois é… deixe para comprar o ovo dele apenas após o feriado, ok?
Eu optarei por presentear com barras de chocolate e bombons. Só o noivo vai ganhar um ovo. E já combinei com o pessoal de casa: nada de ovos de Páscoa. Vamos economizar!!
Ou você quer que todo o seu salário fique com o coelhinho?

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29/12/2011

Compras de final de ano > vamos aproveitar?

Oi gente!!!!
Quem aqui não gosta de gastar uns bons reais numa tarde a toa no shopping center?

EU AMO! E vamos combinar que cai super bem para quem precisa comprar muuuitas coisas para a nova casa!
Pois bem, para a nossa alegria, esta semana muitos comerciantes começaram a tão amada liquidação de fim de ano e, como o bom mesmo é aproveitar tudo e não ter os probleminhas com o comércio, olhem a reportagem do G1 que eu trouxe pra gente: s.

Procon-SP dá dicas para aproveitar as liquidações de fim de ano

Varejo prepara promoções para ‘desovar’ estoques que sobraram do Natal.

Conheça cuidados que podem evitar problemas na hora da compra.

O Natal acabou e, tradicionalmente, chegou a época em que o varejo começa a oferecer preços promocionais para “desovar” o estoque de produtos que não foram vendidos no Natal.

Quem quer encontrar boas oportunidades de compra e evitar dores de cabeça pode seguir algumas recomendações divulgadas nesta terça-feira (27) pelo Procon – SP.
DICAS DO PROCON-SP PARA APROVEITAR AS LIQUIDAÇÕES DE FIM DE ANO SEM PROBLEMAS
1) Antes de comprar, pesquise as ofertas em folhetos publicitários e pela internet. Assim você poderá definir previamente os itens que precisa comprar e evitará as compras por impulso. Além disso, o Código de Defesa do Consumidor determina que o fornecedor é obrigado a cumprir todas as ofertas que anunciar.
2) Evite a pressa na hora da compra. Não deixe de verificar o estado do produto, seu funcionamento e se o conteúdo confere com os dados apontados na embalagem. Verifique se o manual de instrução e certificado de garantia foram entregues, quando houver.
3) Mercadorias entregues posteriormente devem ser conferidas no momento do recebimento. Se houver alguma irregularidade, devolva o produto e descreva o problema na nota de entrega. Entre em contato com o estabelecimento para solucionar a questão.
4) O Código de Defesa do Consumidor não obriga os fornecedores a trocar os produtos por motivo de cor, tamanho ou gosto. Nestes casos, a loja só terá que trocar a mercadoria caso tenha prometido por escrito. Para exigir que a empresa troque um produto sem defeitos, solicite esse compromisso por escrito, em etiquetas ou nota fiscal, por exemplo.
5) Caso o produto apresente algum vício de qualidade que o torne impróprio para o consumo, o fornecedor tem 30 dias para resolver a pendência. Se não o fizer, o consumidor tem o direito de exigir a troca da mercadoria por outra igual ou a devolução das quantias pagas com correção monetária. Pode, ainda, requerer o abatimento proporcional do preço.
6) Pergunte sobre as opções de pagamento disponíveis e compare qual oferece menos juros. Se optar pelo pagamento à vista, barganhe descontos. Não se esqueça que nos pagamentos efetuados com cartão de crédito o preço praticado não deve sofrer alteração. Ao usar cheques pré-datados, não deixe de emiti-los nominais à loja, anotando no verso o dia combinado para o depósito. Exija que essa informação conste da nota fiscal.
7) Se a opção for parcelar o valor da compra, é fundamental ler o contrato de financiamento com atenção, riscando os espaços em branco. Antes de assinar o contrato, calcule se os juros não inviabilizam toda a vantagem obtida no preço à vista.
Não esqueça de confirmar o recebimento do carnê e veja se ele está de acordo com o combinado no contrato; o seu não recebimento não o isenta do pagamento.

02/12/2011

Grana do Casal – Preços de eletrodomésticos vão cair ‘de imediato’

Para noivinhas, como eu, que estão prestes a pegar as chaves da casa, essa é uma ótima dica.

Medidas anunciadas pela Fazenda foram ‘presente de Natal’, diz entidade.
Governo decidiu reduzir o IPI sobre os produtos da linha branca.

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